Na manhã deste domingo (25), a Polícia Militar prendeu em flagrante uma fiscal do Partido Liberal (PL) no Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, localizado no Largo do Machado, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O motivo da prisão foi a suspeita de boca de urna, conforme informações do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), onde a mulher tentava influenciar eleitores a votarem em Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo partido.
A identidade da fiscal não foi divulgada, mas ela foi encaminhada para a Superintendência da Polícia Federal. Até as 16h daquele dia, o TRE havia registrado cinco prisões por boca de urna no estado, incluindo a da fiscal do PL.
Bruno Bonetti, presidente municipal do PL, se manifestou sobre o incidente, afirmando que não tinha conhecimento dos fatos e ressaltando que a conduta da fiscal não reflete o comportamento da militância do partido. Ele destacou que todos os fiscais receberam orientações e treinamento adequados para atuar nas eleições. “Se isso aconteceu, a gente defende que a lei seja aplicada. A gente não quer passar pano de forma nenhuma caso alguém tenha agido à margem do que determina a lei eleitoral”, disse Bonetti, expressando surpresa com a situação. “Isso foge muito do que é o comportamento médio do eleitor e do militante do PL”, completou.
Crédito da imagem: Fiscal do PL é conduzida à Polícia Federal no Rio



