sexta-feira, 30/10/2026

22° Duque de Caxias Céu limpo · máx 28° mín 21°

Condenados por estupro coletivo em Copacabana têm novos processos e investigações em andamento

Dois dos condenados a 15 anos de prisão pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em janeiro de 2026 em Copacabana, estão enfrentando novos processos relacionados a crimes semelhantes. Vitor Hugo…

Compartilhe:

Dois dos condenados a 15 anos de prisão pelo estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em janeiro de 2026 em Copacabana, estão enfrentando novos processos relacionados a crimes semelhantes. Vitor Hugo de Oliveira Simonin e Mattheus Veríssimo Zoel Martins, ambos com passagens pela Justiça, já respondem por casos de violência sexual contra menores de idade.

Vitor Hugo é alvo de uma investigação por parte da Delegacia de Atendimento à Mulher da Zona Sul, além de um processo no Tribunal de Justiça do Rio, onde é acusado de ter estuprado uma adolescente. O crime teria acontecido durante uma festa em Humaitá, em 2025, onde a vítima, embriagada, relatou ter sido forçada a ter relações sexuais, mesmo após ter expressado sua negativa. Testemunhas confirmaram o comportamento invasivo de Simonin durante a festa.

Por sua vez, Mattheus Veríssimo também se encontra em meio a um processo por um crime similar. Ele é acusado de ter estuprado uma menina de 14 anos em 2023, em um caso que envolveu a participação de outros dois suspeitos. O ato foi registrado e as imagens da violência foram disseminadas. O menor envolvido nessa ocorrência é o mesmo que participou do estupro coletivo em Copacabana.

Outro indivíduo, Gabriel de Oliveira Palmieri, de 24 anos, se entregou à polícia em junho após ser indiciado pelo mesmo crime em Copacabana. Seu processo está sendo analisado na 1ª Vara Especializada em Crianças e Adolescentes. Em relação a Mattheus e ao outro menor, os trâmites ocorrem na Vara da Infância e Juventude.

Os advogados de defesa dos acusados não se manifestaram sobre os casos. A situação revela um preocupante padrão de crimes sexuais na região, levantando questões sobre a segurança e proteção de jovens em ambientes sociais. A Polícia Civil continua investigando os casos, buscando assegurar que as vítimas tenham seus direitos respeitados e que os responsáveis respondam por suas ações.

Crédito da imagem: Vitor Hugo e Mattheus