sexta-feira, 30/10/2026

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Passageira relata agressão com cassetete por funcionária do MetrôRio após partida do Flamengo

A noite de quinta-feira (23) se transformou em um pesadelo para a biomédica Mariana Mattos, de 29 anos, após ela ser agredida por uma funcionária do Metrô Rio na Estação São Cristóvão. O incidente…

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A noite de quinta-feira (23) se transformou em um pesadelo para a biomédica Mariana Mattos, de 29 anos, após ela ser agredida por uma funcionária do Metrô Rio na Estação São Cristóvão. O incidente ocorreu logo após o jogo do Flamengo contra o Estudiantes de La Plata e gerou grande repercussão nas redes sociais, onde Mariana compartilhou imagens de seu rosto machucado. O Metrô Rio, por sua vez, alegou que a agressão foi acidental.

Mariana estava na fila para passar pela catraca junto a outros torcedores quando uma confusão começou após dois homens tentarem furar a fila. Em meio ao tumulto, uma supervisora de segurança, identificada como Iara, teria atingido Mariana no rosto com um cassetete, mesmo ela não participando da briga. A jovem ficou com ferimentos significativos e, segundo relatos, precisou de três pontos na boca após ser atendida no Hospital Quinta D’Or.

A situação foi ainda mais complicada pela demora do Metrô Rio em enviar uma viatura para socorrê-la. Mariana aguardou cerca de 30 minutos até receber assistência. Ao ser levada para uma sala pela mesma agente que a agrediu, ela foi informada de que o ferimento poderia ter sido causado por uma garrafa de vidro, versão que Mariana contestou.

O caso foi registrado na 17ª DP, onde a biomédica foi submetida a um exame de corpo de delito. A Polícia Civil está apurando os detalhes do incidente, enquanto o Metrô Rio se manifestou, afirmando que a intervenção de segurança foi necessária devido ao tumulto gerado pelos torcedores.