sexta-feira, 30/10/2026

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Policial é sentenciado a 14 anos por homicídio de pintor durante festa em Nova Iguaçu

Um caso trágico abalou a comunidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando um policial militar foi condenado a 14 anos de prisão por homicídio qualificado. A vítima, o pintor Jorge Mauro Ruas de…

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Um caso trágico abalou a comunidade de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, quando um policial militar foi condenado a 14 anos de prisão por homicídio qualificado. A vítima, o pintor Jorge Mauro Ruas de Paiva, de 51 anos, foi morto durante um pagode em maio de 2025, e o crime, que chocou muitos, foi gravado por câmeras de segurança.

O cabo da PM, Vinicius Rodrigues Pacheco, conhecido como Lico, foi julgado na última segunda-feira (26) na 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu. As imagens mostram momentos de terror: o policial, vestido de maneira casual, se aproxima de Jorge e, em um ato brutal e repentino, dispara à queima-roupa diante de dezenas de testemunhas, deixando a festa em estado de choque.

Após o crime, Vinicius fugiu do local com amigos e se apresentou à polícia apenas três dias depois, quando um mandado de prisão foi emitido pela Justiça, a pedido da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense. Investigações revelaram que o PM e Jorge tiveram uma desavença em um bar dois meses antes do homicídio, mas a família da vítima contesta essa versão, alegando que Jorge não conhecia o policial e foi atacado aleatoriamente.

Este caso levanta questões profundas sobre a segurança pública e a atuação das forças policiais em situações de conflito, refletindo a complexidade dos desafios enfrentados na região. A condenação de Vinicius é um passo em busca de justiça, mas a dor e a perda sentidas pela família de Jorge continuam a ecoar nas ruas de Nova Iguaçu.